quinta-feira, 31 de março de 2011

You're Not Google's Customer

You're Not Google's Customer -- You're the Product: Antitrust in a Web 2.0 World


You think Google's search engine is great. Gmail is easy to use. YouTube gives you instant access to funny pictures of dogs and music videos. And Google maps helps you find where you are and the nearest pizza place. And it's all free.
So you're a happy customer and don't understand why anyone would think antitrust action is needed against Google. Or why government officials from Europe to the U.S. Congress and, just last week, U.S. state governments are bringing antitrust investigations against Google.
Except remember -- it's free! Google doesn't make a dime of profit from you, so you aren't the customer. In fact, all those cool products are just bait to get your information in the Google ecosystem so your attention and eyeballs can be sold to Google's advertisers.
The pleasant experience of using Google products is little different (in any economic analysis) from the pleasant massage administered to Kobe beef cattle in Japan; each is just a tool to increase the quality of the product delivered up to the real customers.
What is Google's Market in a Web 2.0 World? So here's the key place to start in understanding proper technology policy for Google: there is no market for search engines; there is no market for online geolocation mapping software; there is no market for online video.
Google, by making these products free, has destroyed those markets in favor of an alternative economic model of selling individual attention and precise information about those users to advertisers. You are the product, not the customer. That market between Google and its advertisers is where antitrust authorities ultimately have to look to understand what public policy is needed.
As law professor Siva Vaidhyanathan describes in his just-published The Googlization of Everything (and Why We Should Worry), "Google's method of generating and selling advertisement placement is brilliant." Through user queries and searches, as well as personal information about those users, Google can deliver a product to advertisers tailored to their exact needs -- people looking for shoes are delivered to shoe sellers, people located in a certain town are delivered to local restaurants, and so on.
And while individual users may think the brilliance of Google is in the technical design of its search engines, as a company, its profit is driven by its brilliance in nearly monopolizing the online search marketplace serving these advertising companies.
And what profits! With revenue coming overwhelmingly from its advertising monopoly, in 2010,Google's net income was $8.51bn, up 30 percent from 2009 on total revenue that grew 24 percent to $29.32bn. And to understand Google's dominance, look at this chart of data from E-marketer, which shows Google's overwhelming dominance over its competitors in delivering search advertising:
Note that Google's dominance is growing and is projected to grow more. In mobile phone advertising, Google has established a phenomenal 97 percent of paid mobile search advertising, which by itself is projected to be worth $1.1 billion by the end of 2011 and is likely to skyrocket as a percentage of advertising.
And this dominance cannot easily be overcome by some alternative upstart website, even by well-capitalized competitors, since underlying Google's enterprise is, in Vaidhyanathan's words, a "monumental collection of physical sites such as research labs, server farms, data networks and sales offices." Given the interplay of different Google services and customization of results based on having so many users involved in its ecosystem, there are so-called "network effects" from being dominant that any competitor has too large a challenge in displacing Google.
So what are all the cool new Google products like Android, Chrome and Apps for?First, they are more ways to collect the personal information to target advertising to individuals (and new threats to personal privacy as described below).... http://www.huffingtonpost.com/nathan-newman/youre-not-googles-custome_b_841599.html

sábado, 9 de outubro de 2010

BB e Cielo se unem em promoção

O Banco do Brasil e a Cielo se juntaram para criar a promoção “Ourocard e Cielo Dois Passos do Paraíso”. Com o ator e cantor Evandro Mesquita como protagonista da campanha promocional, a ação distribuirá mais de 10 mil prêmios em dinheiro até o fim do ano. O cliente que utilizar o cartão Ourocard do Banco do Brasil, no débito ou no crédito, para compras acima de R$ 30,00 e registrá-las na máquina Cielo concorre automaticamente a até R$ 400,00. 

A informação da premiação sai no comprovante de compra. Caso o cliente esqueça de conferir, ele será contatado por telefone. Os valores são depositados diretamente na conta corrente do cliente. Há ainda sorteios de prêmios que chegam a quase R$ 6 milhões até o final de dezembro. A promoção também tem uma ação de incentivo aos estabelecimentos comerciais credenciados com prêmios específicos, que totalizam mais de R$ 1,5 milhão.
BB e Cielo se unem em promoção

Crystal estampa Fórmula Truck em latas

O Grupo Petrópolis lança uma série limitada de latas para reforçar o partocínio à temporada 2010 da Fórmula Truck. A companhia detentora das marcas Itaipava, Crystal, Petra, Lokal, Black Princess e TNT Energy Drink oferece latas da cerveja Crystal tematizadas que serão vendidas nas cidades de Nova Santa Rita, no Rio Grande do Sul, Curitiba e Brasília.
Crystal estampa Fórmula Truck em latas



Hertz e Fiat promovem aluguel de Fiat 500 no RJ

A locadora de carro Hertz e a Fiat fizeram uma parceria para promover o aluguel dos carros da montadora. Sob o mote “A vida anda divertida. Experimente”, as duas empresas promovem  um “desfile” com oito modelos Fiat 500 nos bairros de Copacabana, Ipanema e Leblon. Em alguns momentos da ação, promotores descerão dos carros e distribuirão brindes.





sexta-feira, 5 de março de 2010

Importância do Slogan

Slogan é uma frase de efeito e fácil memorização que traduzido para o português seria “grito de guerra”. Quando adotado, o seu papel principal é torna-se memorável, fazendo com que o cliente assimile o produto ou serviço com o slogan/ marca.
Características do slogan perfeito: memorável, benefício-chave, diferenciar a marca, lembrar o nome da marca, transmitir sentimentos positivos sobre a marca, não deve ser utilizável por um concorrente, estratégico, moda. É difícil transmitir uma mensagem complexa em uma única palavra. Isto nos leva até a outra tendência: tudo em três palavras (ou três idéias concisas).


Segue abaixo alguns slogans marcantes:


AEROFON – Acerte na mosca.


APPLE – Pense diferente.


AVON – A gente conversa, a gente se entende.


BANCO DO BRASIL – Todo seu.


BIS – Impossível comer um só!/ Quem pede um pede bis.


BLOCKBUSTER – Hoje é dia de sofá.


C&A – Abuse e Use C&A.


RAYBAN – Atrás de um Ray-Ban, sempre tem um nome famoso.


RED BULL – Red Bull te dá asas.


RUFFLES – A batata da onda.


UNINOVE – A Uninove é 10!


VISA - Porque a vida é agora.


VIVO – Sinal de qualidade


SPRITE – Imagem não é nada. Sede é tudo. Obedeça sua sede.






Entre outros.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Inovação - Edição especial Coca Cola


Coca-Cola apresenta lata resselável

Será relançada em maio com motivos da Copa do Mundo da África do Sul.
THALES BRANDÃO
Oliva Comunicação / CidadeMarketing
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A Coca-Cola do México colocou no mercado uma lata de 450ml resselável. Depois da aberta, a embalagem pode ser fechada novamente, sem a perda do gás.  Produzido pela Ball Corporation, o lançamento faz parte da campanha de comunicação global "Abra a felicidade".

A embalagem chegou ao mercado nas comemorações do Natal e será relançada em maio com motivos da Copa do Mundo da África do Sul.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Estratégia de Produto

No planejamento de marketing analisamos o mercado como um todo, desde comportamento, perfil do consumidor, concorrência e variáveis do ambiente de marketing, pois, como já dizia Charles Darwin “Não é a espécie mais forte que sobrevive tampouco a mais inteligente. É a mais adaptável as mudanças.”


Na estratégia de produtos/ serviços o marketing deve orientar os investimentos da empresa para geração de vantagens competitivas e a criação de valor para os clientes, a empresa e seus stakeholders (público interessado).


A estratégia de produto deve estar alinhada junto a estratégia de negócios.


Percebe-se que o gerente de produto ou marketing não atua somente na geração de promoções e propagandas para divulgação. Ele deve participar do processo “nascimento de um novo produto”ou na evolução de um produto/serviço já existente. Ele deve saber profundamente sobre seu produto/ serviço para poder tomar alguma decisão ou ação.


Muito importante também citar o valor da marca que o produto carrega.


Para alguns analistas a marca dura mais que os produtos e instalações físicas de uma empresa, e são o seu principal bem durável. Uma marca bem posicionada no mercado pode torna-se o bem mais valioso de uma empresa, cabendo à mesma, zelar e gerenciar de forma inteligente à sua marca.


O mais importante talvez não seja o quanto em espécie realmente valha uma marca, mas sim, o quanto essa marca representa na mente do consumidor. O quanto ela consegue influenciar de forma emocional na decisão de compra. Qual é o valor atribuído por um cliente a uma determinada marca? As empresas devem buscar esse valor para que consigam concorrer de forma mais expressiva e lucrativa.


Segundo Kotler (1998), a marca pode englobar até quatro níveis de significados:






1. Benefícios que são os resultados com o uso do produto.


2. Atributos que são as características estéticas e funcionais do produto.


3. Valores associados à marca são reconhecidos, identificados e valorizados pelo público-alvo.


4. Personalidade é associada à marca por meio da propaganda, como modernidade, autonomia, independência, ética, maturidade, experiência etc.


Concluindo, o planejamento estratégico de um produto deve ser muito bem estruturado, com mais de uma cabeça pensando, agregar valor ao produto junto a marca, torná-lo conhecido e tornar os imprevistos aliados e não inimigos.


Débora Gumiero